Uma pequena Jornada pelo incrível mundo da Fotografia. Parte 2

 Olá meus queridos(as) e amados(as) leitores(as), hoje vamos dar continuidade a nossa jornada ao " Pelo Increvel mundo da Fotografia", numa segunda parte, onde vamos explor algumas curiosidades e informações... Divitam-se!!!


 A ciencia por trás dos Filmes Fotograficos. 



A marioria dos  filmes fotográficos antigos em preto e branco dispunham de duas camadas básicas:

Uma emulsão ( sais de prata, sensíveis a luz e suspensos em gelatina), aplicados sobre uma “base” transparente ( normalmente feita de acetato).

Quando a luz atingia o filme, a mesma afeta a estrutura básica dos haletos de prata- cada um dos grãos – existentes no interior da camada de gelatina. Quando maior a quantidade de luz que atingi essa camada, maior o numero de grãos afetados.

Até essa etapa, porem não ocorre qualquer mudança perceptiva no filme, necessita-se de um agente químico, - o revelador- para torna uma imagem latente, ele atua de modo a transformar os haletos de prata afetados pela luz em diminutos grãos de prata metálica pura, que apareceram na cor preta.

Os haletos de prata que não foram pela luz- situados na área de sombra da imagem, não são modificados pelo revelador.

Após a revelação, surge uma imagem em negativo no filme ( negativo em virtude de a prata negra não ter sido produzida pelas áreas claras).

Porem, como nesse estagio a emulsão ainda pode ser impressionada pela luz, é necessário “fixa” a imagem, através de todos os sais de pratas não revelados. O fixador torna-os solúveis em água, e sua remoção é feita por meio de uma lavagem. Depois desta, resta apenas a prata metálica estável sobre a película transparente. 


PS: Apenas lembrando que o processo descrito a cima é apenas um pequeno resumo.



A transformação dos Negativos em Fotos.

Passo um: Apos feitos os procedimentos descritos a cima enxuga-se os negativos e põe-se para seca.

Passo dois:Os negativos são colocados juntos com folhas de papel (normalmente em branco), numa prensa. Em seguida são expostos a nove segundos de luz.

Passo três: Banhe-se o papel no revelador, depois no interruptor e fixador. (Todos agentes quimicos). 

Passo quatro: As folhas são novamente lavadas, nessa etapa cerca de uma hora.

Passo Cinco: Depois de uma hora, finalmente põe se as folhas para seca em cima do papel secador, finalizado esse processo as fotos já estão prontas.

PS: Novamente lembrando, esse passo a passo é apenas um pequeno resumo.



Relembrando os meios das primeiras câmeras fotográficas é possível se utilizar de uma caixa de fósforos para registrar uma imagem. Denominada de Câmera pinhole, foia criada pelo físico Devid Breswter. A muitos tutorias de como fazer sua própria câmera fotográfica a partir de uma caixa de na internet, mas em resumo basta deixar a caixa completamente fechada e fazer um furo com um alfinete ou uma agulha, em tese quanto maior o furo, mais nítida será a imagem. E como a caixa de fosforo quando bem fechada, não deixar nenhuma luz entrar, não é necessário uma lente, apenas o orifício feito com alfinete. 


Chegando ao Brasil.

A primeira foto tirando em solo Brasileiro foi de o paço da cidade, situada no Rio de Janeiro, em 1840. Seu autor foi Louis Compte, um francês que estava passando pelo pais, e trazia consigo o seu daguerreotipo. O registro causou uma comoção com a nova invenção, o que incentivou Dom Pedro II adquirir seu próprio daguerreotipo e se torna o primeiro fotografo brasileiro com apenas 15 anos. 


Os famosos "Corta e Cola".



A edição de fotografias é um trabalho bem antigo, que foi sendo desenvolvido em conjunto com a própria fotografia. Porem antes do famoso photoshop e de outros programas de edição, os fotógrafos tinham que e virar com outras técnicas como colagens e alterações de cor. Esses processos se davam por motivos criativos, brincadeiras, marketing e politica, um caso famoso que podemos cita, aconteceu na época da antiga união soviética. O ditador Josef Stalin ordenou uma força tarefa para editar fotos de cunho politico, na intenção apagar traidores ou inimigos em certas fotografias. 


Contribuição.

O responsável por introduzi as palavras “Positivo e Negativo”, na nomenclatura referente ao calótipo foi John Herschel, cientista de amigo de William Henry Fox Talbot, na qual John Herschel auxiliou sugerindo o uso de vários processos químicos. 


Gigante.

Conhecida como a câmera mamute (Mammoth Camera), foi uma das maiores câmeras já inventadas, seu peso chegava aproximadamente aos 640kg, era necessário 15 pessoas para carrega-la. Foi lançada nos anos de 1990 nos Estados Unidos. Projetada por George Raymond Lawrence e construída por J. A. Anderson.


Avanço.

Em 1975 Steve Sasson, nos laboratórios da Kodak inventou a primeira câmera digital que se tem noticia. O tempo para produção de uma imagem era de 23 segundos, o que foi uma revolução total o mundo da fotografia.

Despendioso.



Uma das fotos mais caras do mundo foi vendida por U$6,5 milhões de dólares. Foi registrada pelo fotografo e paisagista Peter Link, que batizou sua obra de Fantasma (Phantom). O nome se deu por causa de um refeito semelhante ao um corpo humano que se formou da luz sobre a poeira do Canyon.


Eu vi isso em algum lugar.

A foto mais conhecida de todos os tempo foi tirada por Charles “Chuck” O’Rear na região do Vale do Napa, em 1996. A imagem foi usada pela Microsoft anos depois como papel padrão do Windows XP.


Arte.



Logo após a primeira exposição de Louis Jacques Mandé Daguerre, na Academia de Ciências e na Academia de Belas Artes em Paris, onde Daguerre apresentou o daguerreotipo, uma das primeiras maquinas fotográficas que se tem historia, muitas perguntas pertinentes surgiam no ar e uma delas foi: A fotografia deveria competir com a pintura e seria, ela uma forma de arte?  No inicio a maioria dos fotógrafos estavam satisfeitos em registrar o que viam, porem não demorou para  os adeptos da interpretação veem nessa invenção uma oportunidade e começaram a experimentar varias estilos, alguns deles tentando emita a pintura da época. Exemplos como Oscar Rejlander e Henry Peach Robinson, que tinham uma fascinação por paisagem ocorrerão a um grande números de técnicas intricadas de manipulação, com o objetivo de se obter através da fotografia, uma recriação de uma cena existente. 

 Porem a duvida persistiu e seguiu praticamente durante toda era vitoriana. Cabia a nova técnica reproduzir ou interpretar? Seriam validos os novos meios de manipulação?  A fotografia era um veiculo de comunicação ou uma forma de arte? Com tantos dilemas dois grupos foram criados, eles sendo The Linked Ring, comandado por Robinson e George Davison, criado na Inglaterra em 1892, e o Photo Scession, formado dez anos depois nos Estados Unidos, com Alvin Langdon Coburn e Edward Steichen. Na qual cada grupo tentava prova o seu ponto de vista. Hoje no entanto sabemos que a fotografia é diversa, e é tanto um veiculo de comunicação, como pode ser do mesmo modo, uma forma de arte, e ela não se limita apenas entre esses dois processos, ela abrange muito mais possibilidades.


O clube dos Espiões.

Em 1881 com o avança das técnicas fotográficas e a utilização de um novo sistema, chamado de chapas secas, abriu portas para novas modalidades de câmeras fotográficas, e foi nesse meio que Thomas Bolas, projetou modelos totalmente fora dos padrões inicias que foram batizadas de Câmeras Espiãs, que eram maquinas disfarçadas em qualquer tipo de objetos, como sacolas, pacotes, armas, binóculos, livros, bengalas e como peças de vestuário, como gravatas por exemplo. Essas câmeras criaram uma verdadeira febre, só que em muitos casos eram pouco funcionais e com resultados limitados, sendo em alguns casos apenas um brinquedo divertido para os ricos.


Era vitoriana.



As fotos da era Vitoriana, são mundialmente conhecidas por serem peculiares e curiosas, e um dos elementos que mais chama atenção é o semblante serio de seus modelos, é aro se ver um sorriso em cena, algo bastante diferente de épocas posteriores, onde um sorriso é detalhe habitual. Isso se dava pelo simples fatos das dificuldades de se obter um registro na época. Quando a fotografia nasceu era possuía varias limitações, uma delas era o tempo de exposição que era necessário para se registra uma imagem. Isso porem não impediu que os famosos retratos de famílias e autorretratos ficassem famosos para o publico, e para resolver o tempo de exposição, muitos fotógrafos apelam para fisionomias sem muitas expressões, que segundo eles era muito mais fácil manter aspecto natural, do que um sorrio espontâneo.



 

É já que estamos falando da era Vitoriana não podemos esquecer de mencionar as famosas fotos de pessoas mortas, que embora hoje seja considerado algo bem macabro, na época de 1837 a 1901 era algo extremamente comum. Na época vitória a taxa de mortalidade era muito alta, havia muitas doenças, infecções, sem falar na falta de higiene que era extremamente baixo em muitos lugares. Com todo esse cenários e com o invento da fotografia muitas famílias apelaram para modo, como o ultimo recurso para guarda uma lembrança dos seus entes queridos. Porem essa pratica só ganhou força quando as maquinas fotográficas e juntamente as fotos se tornaram mais acessíveis, algo que nos primeiros anos era algo exclusivo dos ricos pelos os altos custos. Porem com os anos essa pratica de fotografar pessoas mortas caiu em desuso. Isso se pode dar pelo fatos, da melhoria de qualidade dos serviços de saúde, o aumento da taxa de expectativa de vida e o invento das fotografias instantâneas,  tudo isso permitiu que as pessoas pudessem tirar fotos com mais felicidades, e aproveitar seus parentes e amigos para tirar fotos enquanto os mesmos estivessem vivos. 


Um caminho para o Novo Mundo.

 As fotografias foram um dos primeiros passos para o surgimento do cinematografo e do cinema posteriormente. E esse passo se deu pelas fotos em series, que nada mais é do uma sequência de imagens tiradas uma a trás da outra de algum objeto, pessoa ou anima em movimento, que postas lado a lado, dar para ver cada movimento por trás de uma ação. Uma das serie de fotos mais famosas começou com uma aposta entre um magnata das ferrovias, Leland Stanford e seu amigo Frederick MacCrellish. Como este não admitia que um cavalo mantivesse os castos fora do chão em momento algum do galope, Leland encarregou Eadward Muybrige para descobrir a verdade. E para esse feito Eadward precisou de aproximadamente doze câmeras com obturadores eletromagnético, além de um circo elétrico para o disparo, concluindo assim a posta.    


Fontes: https://maristalab.com.br/praticas-educativas/dia-mundial-da-fotografia/

            Guia do Estundante. (site).

            Tudo dobre Fotografia.(Livro).

             www.bbc.com.br

              

Chegamos ao fim de mais uma jornada. É uma alegria ter vocês por aqui. Espero que tenham gostado. Agradeço de coração pelo apoio. E peço desculpas por qualquer erro ou equívoco. Uma ótima semana e um Feliz Natal... Até breve.

Uma pequena Jornada pelo incrível mundo da Fotografia. Parte 2

 Olá meus queridos(as) e amados(as) leitores(as), hoje vamos dar continuidade a nossa jornada ao " Pelo Increvel mundo da Fotografia...