Olá meus
queridos Leitores(as), hoje vamos falar de um assunto bem peculiar,
interessante e curioso. Como criar personagens para nossas historias. Vamos
abordar algunas dicas, que eu espero que possam ajudar vocês na hora
de criar os seus universos.
Todo mundo pronto?.... Então roda a fita!
Bem,
logo no inicio eu deixar claro que a criação de personagens e deu seu mundo
fictício é algo bem pessoal, que varia muito de pessoa para pessoa, cada um vai
ter um jeito que se identifica mais, uma preferencia, um método infalível,
ninguém é dono da verdade, isto não é uma receita de bolo, que deve ser seguida
arisca se não tudo pode desandar, e cá entre nos já vi algumas receitas que
troca alguns ingredientes não fez mal algum. Então o importante é você explora
as possibilidades e descobrir quais delas funcionar melhor para você.
O que vem primeiro a
Historia ou Personagem?
Boa pergunta. Isso
também pode variar porem acredito que o mais comum que a historia venha
primeiro, porem se for a contrario não a problema, o resultado pode mudar em
cada um dos caminhos, mas não quer dizer que o destino não seja satisfatório em
ambos.
Quando começamos com a
historia, podemos está procurando por uma ou nós deparamos com uma, nesse modo
os personagens na fase inicial são como um borrão. Vemos alguns aspectos da
trama se desenrolar, um mundo em construção, porem algumas vezes os personagens
aparem apenas como vultos, sem uma aparecia definida ou personalidade. Nesse
caso, começamos a criar os personagens com base na historia, o que é que a historia
precisa, que personalidade se destacaria nesse universo, que personagem seria
melhor para testemunha esse advento e assim por diante, nesse modo de analise, criamos
personagens praticamente já encaixados na historia, o foco na hora de pensar é
a trama, o enredo.
Quando começamos pelo
personagem, uma personalidade, uma essência começar a surgir em nossa mente, e
nós a moldamos num personagem, conseguimos ver claramente uma pessoa, saber
sobre ela, e conhece-la profundamente, porem ela está solta, esperando um
direcionamento nosso, para saber qual universo deve habitar. E nesse ponto de
vista o personagem está em primeiro lugar, e desse modo vamos imaginar uma
historia para se encaixar com o personagem. Essa ou esse personagem ficaria bom
em que historia? Essa personalidade pende melhor para uma aventura ou para um
romance? Essa pessoa leva jeito para enfrentar vampiro e lobisomens, ou para
perseguir criminosos no estilo detetive ou tudo isso junto e misturado? Depois
de muita reflexão podemos finalmente achar um mundo para esse personagem ou
não. Às vezes acabamos criando quatro ou cinco historias com bom potencial,
porem esse personagem não combina com nenhuma dela, isso significa que o
personagem é ruim? Claro que não. Só não achamos o universo certo ainda. Nesse
casos, podemos seguir em frente ou dar um tempo. Deixar todos os rascunhos
sobre o personagem bem guardadinho, que quando menos esperamos uma ideia
perfeita pode surgir.
Esses casos são só
alguns exemplos do que pode acontecer e não que de fato iram. Você pode começar
a com a historia e os personagens podem caminhar com ela lado a lado, você
também pode começar com personagem e a historia ganhar mais forma do que ele
próprio, as possiblidades são infinitas. Esse primeiro tópico foi mais para
curiosidade mesmo.
Como é a aparecia do
Personagem?
Eu escolhi esse tópico
porque precisava escolher um, para prosseguir, não que o mesmo seja mais
importe do que o próximo, que vai ser a personalidade do personagem, ou que
deva ser feito primeiro. Apenas deixando tudo claro. Vamos nessa então....
Nesse tópico vamos
falar tanto das aparecias como algumas outras caraterísticas físicas, ok. Se ele
ou ela vai se alto, baixo, qual etnia vai ter, a cor dos olhos, o tipo de
cabelo, se tem alguma marca de nascença ou alguma cicatriz. Como a pessoa anda,
se tem uma postura mais solta ou mais rígida. O tom da voz e se tem alguma
caraterística diferente ao falar. Pode pensar se o personagem tem alguma doença
ou apresentar alguma sensibilidade. Nessa parte também podemos pensar como ele se
veste, se segue um estilo pré-definido ou variado, se usar cores mais alegres
ou mais básicas. Se usar algum acessório, se tem alguma tatuagem também, esses
e outros detalhes que você pode explorar para enriquecer o seu personagem.
Lembrando que às vezes
você vai precisar consultar a personalidade para ver se tudo encaixa e o
personagem esteja harmonioso consigo mesmo e com você. Por isso que dei entender
anteriormente que não a uma ordem exata para os tópicos, você começar com qual
achar melhor, por que muitas vezes eles se entre laçam, e alguma pessoas
preferem pensar em ambos ao mesmo tempo. A seguir vou colocar algumas perguntas
que podem te ajudar na hora de visualizar o seu personagem.
- Altura
- Etnia.
- Cor dos olhos e do
cabelo.
- Como ele andar.
- Têm tatuagens,
brincos.
- Marcas de nascença,
cicatriz.
- Estilo de roupa.
- Tem algum cacoete ou
tique nervoso.
- Tem alguma
sensibilidade.
Essas foram apenas
algumas ideias. A varias outras para se pensar.
E personalidade?
A personalidade vai
englobar seus gostos, qualidades e defeitos, seu temperamento, como lidar com
as pessoas ao seu redor, com o mundo e consigo mesmo. Como reagi com os
problemas e dificuldades da vida. É uma pessoa otimista, realista, pessimista? É mais introvertida ou extrovertida. Tem-se
uma personalidade mais seria ou mais brincalhona ou de depende do momento. Qual
é a sua orientação sexual e seu gênero. Se você é uma pessoa que gosta de
astrologia, pode pensar qual são os signos dos seus personagens se isso for
ajudar você a conhecer eles melhor, se for complicar mais, então pode riscar o
signo da sua lista.
A personalidade é como a
alma do personagem, sua essencial. É uma etapa complexa, que sempre temos que
está chegando se tudo está se encaixando harmoniosamente e se conseguimos
sentir o personagem, souber exatamente quem ele ou ela é, é prever suas reações
sobre esse ou aquele acontecimento. É
difícil mesmo conhecer alguém a fundo, às vezes conhecemos realmente alguém nos
afazes diários da vida ou em situações extremas, onde muitas mascaras caiem.
Por isso na hora de criar seus personagens também é muito importante imaginar
situações diversas e ver como eles reagiam a cada uma delas. Já li alguns sites
que falam para tomar cuidado na hora de criar personalidade para os
personagens, que só devemos criar gostos e particularidades que vão ter
serventia na historia, como por exemplo, seu personagem gosta de tocar violão,
mas esse fato não vai aparecer na historia e nem ser mencionado, alguns acham
um desnecessário colocar isso na personalidade. Na minha visão particular, acho
que depende se imaginar gostos e curiosidades que vão te ajudar a sentir e
conhecer o personagem mesmo que isso não seja usado no enredo, acredito que
seja valido, no entanto se você não precisa desses detalhes para ter uma visão
abrangente do personagem, então tudo bem não ficar criando listas e mais listas
de detalhes que não serão usados. Vou colocar aqui também uma lista com algumas
ideias para você pensar que talvez te ajudar na hora de criar uma personalidade
para o seu personagem.
- É calmo (a), agitado
(a)?
- Ansioso (a), Paciente
(a)?
- Organizado (a),
bagunceiro (a)?
- Usar palavras mais
girais ao falar ou palavras formais?
- Faz seus afazeres de
modo rápido ou devagar?
- Qual é seu signo ou
seu mapa astral?
- Prefere comidas doces
ou salgadas?
- Prefere a noite ou o
dia?
- Qual acha mais bonito
o amanhecer ou o crepúsculo?
- Estação favorita?
- Cor favorita?
- É regido (a), severo
(a)?
- É flexivo (a),
liberal (a).
- É pessimista,
otimista, realista?
- É bem humorado (a),
mal humorado (a), rabugento (a).
- É educado (a),
prestativo (a) ou não?
- É introvertida ou
extrovertida?
- É seria, espontânea
ou brincalhona?
- E os defeitos?
Arrogância, inveja, ira, possessão, orgulho, preconceito entre outros...
- E as qualidades?
Compreensão, humildade, consciência, respeito, gentileza, entre outros..
Essas foram só algumas
ideias, a etapa da personalidade é tão abrangente que eu poderia escrever umas
dez páginas só com perguntas para serem respondidas, mas para não tomar muito o
nosso tempo, vamos adiante. Era só para você ter uma base. Outra coisa que me
lembrei de mencionar antes de seguimos em frente. Já li algumas vezes em alguns
sites que sugerem que todos os personagens tenham qualidades e defeitos, até um
vilão pode ter qualidades, mesmo que ele as use para o mal, e até um (a)
mocinho (a) podem ter defeitos, isso é algo normal, muitas vezes são os erros e
acertos que ajudam no nosso crescimento pessoal, o ser humano é imperfeito em
seu modo de pensar e de agir, porque em todas as idades nós estávamos
aprendendo, a experiência vem com o tempo. Essas caraterísticas ajudam a criar
uma identificação com o leitor (a) e com o (a) personagem. Lembrando que é
apenas uma dica, você depois deve fazer uma reflexão e usar o que achar valido.
Biografia...?
Não é exatamente uma,
mas podemos pensar que é algo semelhante. Nessa parte vamos nós concentrar no
passado. O antes é o foco, tanto do personagem como da historia e do mundo que
a mesma habita. Como foi a infância do personagem? Sua adolescência? Ou os três
anos antes da historia se iniciar. Quais foram os acontecimentos que fizeram o
personagem ser quem é no exato ponto de partida. Se comparamos o passado e o
presente do personagem, houve alguma mudança significativa? E o universo?
Dependendo do mundo que foi se vai explorar ou da época, é bom pensar no porque
as coisas chegaram aonde chegaram. Por exemplo, vamos supor que sua historia se
passa nesse universo que vivemos, num futuro próximo, porem não a quase
tecnologia, luz internet e etc. Obviamente você
não precisa já começar o primeiro capitulo do livro falando sobre isso,
ou separar mais da metade da obra para descrever sobre o assunto. Mas, é bom
deixar um espaço para que os leitores saibam o que aconteceu, esses detalhes
ajudam a criar profundidade na historia e enriquecem o enredo, pois é
importante para os leitores entender o mundo pelo quais estão sendo conduzidos.
E você pode fazer isso por meio de conversas entre os personagens, ou pelos
famosos fleshesback, ou registros, pesquisas e investigações dentro da própria
historia.
- Onde o (a) personagem
nasceu?
- Qual cultura que teve
contato com era criança?
- Frequentou a escola
normalmente e como ele era na mesa?
- Tinha muitos amigos,
colegas.
- Era aquela pessoa que
aprontava muito ou que dava bom exemplo?
- Como era seus pais,
sua família, tinha um bom relacionamento com eles?
- Cresceu em uma casa,
apartamento, numa fazenda etc.
- Teve contato com
animais?
- Já teve alguma doença
ou alguma crise?
- O que queria ser
quando crescesse?
- Quais aspectos da
personalidade do personagem mudou do passado para o presente?
- Fez faculdade?
- Já trabalhou em que
área?
- Viajou para vários
lugares?
- Presenciou algum
desastre natural?
- Já foi preso?
- Já foi casado ou teve
algum relacionamento amoroso?
Essa lista também pode
ser bastante extensa, mas vou encerra-la por aqui. Antes de passamos para o próximo tópico, tenho
que acrescentar que também já li dicas falando sobre o número de acontecimentos
sobre o passado dos seus personagens, que acaba sendo bem parecido com o número
de detalhes da personalidade. Alguns
sites falam que você não precisa criar um número infinitos de acontecimentos na
biografia do seu personagem, foque apenas em acontecimentos relevantes para a
historia no geral, acontecimentos que justifiquem esse ou aquele ato do
personagem na trama, acontecimentos impactantes ou aqueles que serão
mencionados no futuro, e etc. Alguns falam que cinco acontecimentos já abastam
outros que não tem um número definido, com tanto que todos tenham uma importância
para serem mencionados. E o meu parecer sobre o assunto é igual ao do tópico anterior,
se o número grande de acontecimentos, te ajudam a visualizar a historia e o personagem
mais nitidamente, então tudo bem, mesmo que esses detalhes não tenham serventia
para historia, eles tem para você. E isso já faz os mesmo a serem importantes.
Do presente para o
Futuro.
Certo, falamos um pouco
sobre o passado e sobre o presente, agora vamos tratar do futuro. Começamos um
o personagem, quais são os seus objetivos e o combustível para alcança-los. Por
que ele ou ela quer o quer? Todo mundo quer alguma coisa por um motivo, quando
pensamos nessas metas e as justificamos claramente para o leitor(a) , a
possibilidade de nós conectamos com o personagem é muito maior. Por que
entendemos suas ações e por que de cada uma delas, não adianta o personagem quere
a melhor coisa do mundo, sem entendemos o porquê ou esse desejo parecer sem
motivo, isso acaba tornando o personagem vazio e consecutivamente a historia,
pois ambos estão ligados um nó outro. Vamos supor, o personagem quer trabalhar
na indústria da moda, mas temos que pensar nos porquês e deixar isso claro pelo
menos em alguma parte da historia. Ele ou Ela quer trabalhar nesse ramo, por
que é algo que ele ou ela ame, ou o que os atrai é o dinheiro, o glamour. Estão
fazendo isso por si mesmo ou por causa de outra pessoa, especificar esses
motivos e até pensar nós detalhes que os ajudaram a desenvolver esses porquês,
nós ajudam criar uma historia bem fundamentada. E mesmo que o objetivo seja
algo obvio como o personagem quer salvar ou destruir o mundo, é importante
descrever os sentimentos dos personagens com relação a esse ou aquele desejo
indiferentemente do que sejam, e as iniciativas que o fizeram buscar isso. E se
houve alguma mudança física ou psicológica ao longo da historia. Tudo está em
constante mudança, porem algumas são lentas e outras rápidas. E quando
estávamos construindo uma historia temos que analisar os atos e consequências e
quais mudanças que os mesmo ocasionaram, tanto no universo, como nas vidas dos
personagens e em seus interiores. Às vezes isso está bem visível gradativamente
em nossa mente, outra vezes temos que parar é pensar “ Se isso ou aquilo
aconteceu o meu personagem não deveria está assim ou assado”, tem pessoa que
mudam com os acontecimentos ao longo da vida e tem outras que nem tanto, por
isso tempos que refletir sobre esses pontos e deixar mais claro o possível para
os (as) leitores (as).
- Qual é o seu
objetivo?
- O te faz levantar da
cama te manha?
- Qual é o seu
consuntível, determinação para buscar o que quer?
- Onde o personagem vai
está daqui a dez anos?
- A historia vai ter
continuação?
- Você já sabe o final
do livro ou da saga?
- Que mudou na vida do
personagem do primeiro capitulo ao ultimo?
Personagens Principais
e Secundários.
Nesse tópico vamos
falar sobre a centralização dos personagens na historia. E não sobre a
personalidade de um personagem principal e secundária tem que ter, pois acho
que isso que limita um pouco a nossa criatividade. Já vi alguns artigos que
tentam padronizar a personalidade dos personagens, mocinhos são mocinhos, os
principais, vilões são vilões, os antagonistas e assim por diante, não que esse
método esteja errado, afinal ele perpetua até os dias de hoje, mostrando que
tem um bom resultado, mas não significa que temos que ficar preso a ele e não
explorar possiblidades devemos nós sentir livre para criamos nossa historia e
nossos personagens. Devemos aumentar o leque de opções e não reduzi-lo.
Alguns dizem que o
personagem principal é o que conduz a historia, que todos os acontecimentos
giram em torno de si, outros também argumentam que o personagem principal é o
que tem mais tempo em tela, independente se os acontecimentos o seguem ou não.
São variáveis. E sendo de um jeito ou de outro é importante que o personagem
principal seja bem construído, pois geralmente ele que acompanhará o leitor por
mais tempo, é que o leitor terá mais contato. Um personagem principal raso, com
metas e objetivos não muito de finitos, e com uma personalidade que converge
consigo mesmo durante todo tempo é uma grande obstáculo para que o leitor
prossiga sua viagem. É quase consecutivo que se um personagem principal for insuficiente
para sustentar a historia, ambos vão desmoronar. Pois ambos precisam um do
outro para crescer e progredirem com bases solidas. Quem já não leu uma
historia bem criativa, porem um personagem que deixava a deseja, isso acaba
refletindo na historia, fazendo que a mesma deixe-se a desejar, também quem já
leu uma historia que o enrendo era péssimo, bem fraco na verdade, porem os
personagens eram bem dinâmicos, com personalidades bem pensadas, a fragilidade
da historia acaba repercutindo neles do mesmo jeito. É um conjunto.
Os personagens
secundários, quartanários e assim por diante, podem não muito tempo de atenção,
mais do mesmo modo precisam de cuidados ao serem criados e inseridos no enredo,
é muito bom quando todos participantes da historia colaboram para o seu
desenvolvimento, é muito desagradável para um leitor quando ele está empenhado
na leitura, porem no meio das palavras ele vê um nome já criou uma conexão incomoda e ai ele pensar
“ Essa pessoa de novo?”. E a historia começa a se arrastar e a vontade de pular
um capitulo. É claro que tem personagens que foram criados apenas para irritar
o personagem principal, mais isso deve de restringir ao personagem principal e
não ao leitor, porem como o leitor muitas vezes está sucinto aos sentimentos
dos personagens, temos que saber os limites de cada abordagem que para que a
leitura não seja exaustiva. E por isso que todas as personagens tem que ter um
papel definido, não adianta criar muitos personagens se eles vão ficar boiando
no universo, sem um proposito. É importe também não criar um personagem
secundário desprovido de personalidade, com receio que ele roube a atenção do
personagem principal, isso pode até funcionar, mas não é muito aconselhável. É
muito bom quando você lê uma historia e sente que tudo está dentro dos
conformes, e não aquela sensação que algo foi colocado de qualquer jeito. Se o
pernagem secundário acabar sendo mais chamativo do que o principal, você tem
algumas opções, tentar atualizar o personagem principal para ver se tem um
equilíbrio. Explorar esse personagem secundário dando mais tempo em cena ou até
quem sabe uma aventura solo, ou se preferir o mude de historia, e crie outro
personagem para ficar no lugar dele. Tem certos aspectos na criação de uma
historia que forjem do nosso controle, queríamos uma coisa, mas no final acaba
saindo de outra. Não tem como restringir a nossa mente, por isso melhor ter mais
de uma carta boa numa jogada do que apenas uma. Isso vale também para os anti-
heróis e vilões, os vilões muitas vezes são os testes de força, coragem e
determinação dos personagens principais, e dessa forma precisam está a altura,
se não fica um sentimento de lutar vencida antes mesmo do confronto final.
Porque cá entre nós se não houvesse os vilões muitas historias não
aconteceriam, então sua personalidade, desejos e objetivos devem fazer jus a
historia como um todo. Por mais que nem todos vilões tenha uma identidade
marcante, eles não podem ser totalmente neutros, eles precisam arrebatar algum
sentimento do leitor, seja raiva, magoa, tristeza, e se o vilão tiver que ser
vazio, que seja os sentimentos dele e não ele em si, para que o leitor sinta
esse vazio existencial, e não como se fosse um robô mau programado com poucos
dados acrescentados aos sistema. E como eu disse anteriormente, todos os
personagens na historia deve ter um proposito, por isso cuidado com o numero de
personagens que você for colocar na historia para que nenhum seja deixado de
lado, o importante é qualidade e não quantidade. E não se esqueça se um personagem ou um
acontecimento que você considera bom não se encaixar na historia em questão não
joguei essa ideia fora, guarde. Uma hora é vai ser perfeita para alguma coisa.
- Quem é ou quem são os
personagens principais?
- Por que esse e não
aquele?
- Quantos personagens secundários
a historia precisa? Será que é melhor eu aumentar ou reduzir esse número?
- Esses arcos na
historia para cada personagem, estão bom? Será que alguém merece mais atenção.
Outro bom exemplo sobre
o numero de personagens na historia, é sobre a historia do Drácula de Bram
Stoker, não sei se vocês já sabem a respeito, mas uma vez eu li que o senhor
Stoker havia pensado em uma porção de personagens para compor a sua historia,
cada um teria uma função especifica no combate contra o rei dos vampiros, porem
Stoker percebeu ao longo de seus rascunhos, que se fosse seguir esse plano,
cada personagem precisaria ser apresentado, cada um com uma personalidade
diferente e um passado para contar, e depois de todo esse trabalho
provavelmente, muitos desses personagens não teriam mais do que poucos minutos
de atenção, por isso nesse caso fosse um trabalho desnecessário, pois a
historia não foi feita para uma numero muito grande de personagens. Muitos
iriam ficar sobrando, e para resolver essa situação Stoker teve a ideia de
acrescentar algumas caraterísticas e funções ao personagem do Dr. Van Velsing,
que inicialmente seriam de outros personagens. Mas, como eu sempre falo, cada historia é uma
historia e deve se analisada separadamente.
A seguir vou deixar algumas
outras dicas que li em outros sites e os links, caso vocês tenham o interesse
se conhecer.
As características
dominantes Versus a característica contraditória.
A primeira pessoa que
vi falar a respeito das características dominantes foi o escritor Leonel
Caldela — se não me engano, em um texto da Revista Dragão Brasil. Não sei se
ele é o criador deste conceito, mas não duvido.
Basicamente, o que você
irá fazer é escolher três características dominantes para o seu personagem e
uma contraditória.
Por exemplo:
Jorge é autoritário,
teimoso e desbocado, mas é um grande filantropo.
Toda a construção do
personagem gira em torno dessas características dominantes, embora ele possua
este tom contrastante que faz com que a personalidade dele se torne real.
Convenhamos, nenhum ser
humano possui só três características, mas vale a pena você desenvolver todo um
espectro de cem características se durante a narrativa tudo vai girar em torno
de poucas delas?
Além disso, este uso da
característica contraditória possibilita que o personagem ganhe profundidade e
verossimilhança. Afinal, nós seres humanos não somos totalmente maus ou bons.
Mesmo as piores pessoas têm um lado bom, e as melhores podem ter um cadáver no
armário (espero que não literalmente).
Vou deixar mais alguns
exemplos:
Sheila é sentimental,
dedicada e empática, mas é ciumenta.
Gui é determinado,
estudioso e tem facilidade com números, mas é ingênuo para o amor.
Ana Maria é pragmática,
maquiavélica e grosseira, mas é uma defensora dos animais.
https://viltoreis.com/criacao-de-personagens/
Estrutura de personagem
e estereótipo.
Existem muitas
estruturas básicas para a formação de um personagem. Uma das formas mais
famosas é baseada nos deuses Dionísio e Apolo.
Personagem Dionísio:
caótico, trágico e irônico. Se constitui no coletivo e no mundo real.
Personagem Apolo:
ordem, disciplinado. Baseado em luz e amor, vive em um mundo de ilusões. É
Individual.
Se basear nessas
figuras é possível, mas muito cuidado com os estereótipos. Tente não reduzir
seu personagem a sua característica mais marcante a um nível exagerado, deixe-o
fluir com mais naturalidade. É normal que um personagem tenha tanto seus
momentos Dionísio quanto Apolo, dependendo do contexto.
Cuidado com o
personagem torta!
Um personagem fraco é
aquele que não apresenta falhas e contradições, é linear e perfeito, “preto no
branco”.
Mas o que isso tem a
ver com o personagem torta? Um personagem torta é sempre um personagem fraco.
Para saber se você tem um em seu texto, faça o seguinte teste: seu personagem
pode ser substituído por uma torta sem que ocorram alterações na trajetória da narrativa?
Se sim, há algo de errado. Isso vale tanto para o protagonista quanto para os
personagens secundários.
https://odisseiaconsultoria.com/2018/09/18/escrita-criativa-7-dicas-de-como-desenvolver-seu-personagem/
Qual a função do personagem na
história?
Personagens que estão
sobrando na trama, dificilmente vão ser interessantes. Pode gerar uma barriga
no texto e que vai ser difícil de resolver.
Personagens sem função
na história que aparecem pouco pode passar despercebido, mas se aparecer muito
vai ficar aquela sensação de estar sobrando na conversa.
Afinal todos os
personagens em uma história precisa ter uma função. O protagonista, o alívio
cômico, a pessoa que vai passar as informações, vai deixar um mistério no ar,
que vai ajudar ou atrapalhar de alguma forma. Ele precisa fazer algo que só ele
pode fazer. Caso possa substituir por outro que tenha mais participação na
trama, ele não precisa existir.
Caso tenha criado um
personagem que achou muito interessante, mas não sabe como encaixar na
história, eu aconselharia a guardar ele para outra história. Anota as
características, e deixe guardado. Ou modifique para encaixar, ou até mesmo
pegue algumas das características desse personagem que achou legal e acrescente
a outro já dentro da história. Vê o que vai ficar melhor.
Eu já cometi esse erro
em um dos meus livros. Um personagem que eu gostava, mas não se encaixava na
história. E ele acabou criando toda uma barriga na trama principal. As
motivações dele não encaixava na trama central. Precisei dar uma volta para dar
uma utilidade a ele no final.
E por ser um livro que
escrevia e publicava no wattpad (já faz alguns anos), não poderia refazer tudo.
Eu simplesmente continuei.
Mas hoje, bem mais
experiente, não faria isso. Encaixaria ele melhor na trama central, ou
reduziria a participação dele. Ou até mesmo faria ele desaparecer do livro, ou
até mesmo morrer.
https://novoorbe.org/7-dicas-para-criar-bons-personagens/
Vou deixar mais dois
links, que também dão instruções bem simples e faces na hora de criar seus
personagens,
https://editoraviseu.com/criar-personagens-guia-para-novos-autores/
https://blog.clubedeautores.com.br/2023/04/como-criar-personagens-para-uma-historia-de-ficcao.html
Antes de encerramos, gostaria de infatiza que essas informações foram citadas como se estivamos falando na criação de personagens humanos da nossa realidade, porem também podemos usar a mesma base, no caso de criamos outros tipos de personagens, com seres de outros planetas, criaturas mitologocas, animais e demais seres, apenas com algumas modificações é claro, mas o principio é praticamente o mesmo. Vou da um exemplo, supondo que você queira escrever a historia de uma rapisnho numa avetura epica. Vamos passao por passo. Qaul é a aparecia dela? Cor dos pelo, altura, tom os olhos e timbre da voz. Proximo, persolidade, e se ela é arteira, bagunceira, quieta, reciosa e assim por adiante. E seguinda acrescentamos as demais informações, biografia, presente, objtivo, conbustivel, e furuto. Viu, é só fazer pequenos ajustes e podemos seguir as dicas normalmente.
Fim da fita...
Espero que muito que vocês tenham gostado, que essas informações e dicas sejam úteis para vocês de algum modo. Me desculpem por qualquer equivo, por algum erro de escrita, gramatica e etc. Muito obrigada pela atenção, um grande abrço a todos. Até a proxima....