A Cidade do Sol

 



Olá, meus queridos e minhas queridas leitoras! 

Tudo bem? Como foram as ferias? 

Eu também estou voltando minhas atividades. E já que o assunto é férias, hoje eu vou trazer algumas informações e curiosidades sobre a cidade de Natal, que eu tive a oportunidade de conhecer alguns anos atrás e queria muito compartilhar com vocês.

No entanto antes de começar o meu relato, eu vou deixar um pequeno resumo sobre a historia da cidade, OK?!.  

Vamos lá......

Para fazemos um pequeno resumo da historia da cidade de Natal, vamos volta no tempo, precisamente em 1535, nesse ano mais uma frota de navios estava chegando ao Brasil, para desembarcar capitania do Rio Grande do Norte ( Uma das subdivisões administrativas do terreno brasileiro no período colonial). A frota estava sob o comando de Aires da Cunha, a serviço do donatário João de Barros e do Rei de Portugal. Sua missão era colonizar as áreas da região, que estavam sendo habitadas por povos indígenas potiguaras e por piratas franceses que traficavam pau-brasil.

 No Natal de 1597, uma nova esquadra adentrou na barra, que posteriormente ficou conhecido de Rio Potengi. Uma de suas primeiras preocupações foi barrar os ataques que estavam sendo alvos, tanto dos indígenas, quando dos corsários franceses, e depois de muito pensar e planejar foi iniciada a construção da fortaleza da Barra do Rio Grande (nomeada depois de Fortaleza dos Reis Magos),  no dia 6 de janeiro e finalizada dia 24 de junho do mesmo ano.

 Quase dois anos depois, novamente em 25 de dezembro de 1599, foi realizada a fundação da cidade de Natal, a fundação ocorreu durante uma missa, onde atualmente se localiza a Igreja Matriz de Nossa Senhora da Apresentação. No inicio o perímetro urbano da cidade era demarcado por duas cruzes, desde a atual Praça das Mães (limite norte) até a Praça da Santa Cruz da Bica (limite sul), ambas na Cidade Alta.



 A questão sobre o real fundador da cidade de Natal, ainda é um assunto muito debatido, com alguns afirmando sobre Jerônimo de Albuquerque, e outros apontado para Manuel de Mascarenhas Homem. O caso devesse falta de muitos documentos oficiais obre a fundação da cidade, que se perderam durante a ocupação dos holandeses que ocorreria alguns anos mais tarde. No entanto o historiador natalense Luís da Câmara Cascudo, em seu livro "História do Rio Grande do Norte" (1955), apontava João Rodrigues Colaço como fundador da cidade:

          (...) Jerônimo d’Albuquerque não mais governava em março ou abril de 1599 e a 9 de janeiro de 1600, quinze dias depois da fundação da cidade. Colaço é Capitão da Fortaleza e prova ter trabalho de campo que demonstra autoridade no local. Assim tudo parece invalidar a tradição de Jerônimo d’Albuquerque, o fundador da Cidade do Natal e caber essa glória, a título provisório e até prova em contrário, a João Rodrigues Colaço.

No ano de 1601 é criada a freguesia de Nossa Senhora da Apresentação, a primeira paroquia do Rio Grande do Norte, por alvará da coroa portuguesa.

Já alguns anos adiante, em 1631 que ocorreu a invasão dos holandeses que comentamos brevemente a cima, e que agora vamos falar um pouco mais a respeito. Quatorze navios partiram de Recife rumo a Natal, e desembarcando em Ponta Negra, porem essa tentativa de conquistar a capitania do Rio Grande do Norte fracassou. Dois anos se passaram até que se houvesse algum êxito, e em 1633 começou de fato a ocupação holandesa. Em seu primeiro ataque feriram o capitão-mor do Rio Grande, Pero Mendes Gouveia, e tomaram a Fortaleza da Barra do Rio Grande, renomeando para Castelo de Keulen. O forte, que era chamado de taipa, foi modificado para  alvenaria e Natal virou Nova Amsterdã, em referência à capital holandesa.



A ocupação se prolongou por alguns anos e só teve uma reviravolta em 1654, quando os portugueses conseguiram expulsar os holandeses, e a cidade de Natal voltou com o seu nome de batismo. No entanto só em 1661 que os holandeses aceitaram definitivamente soberania portuguesa sobre o território do atual Nordeste brasileiro, e foi feito assim o Tratado de Haia. Retornando a posse do território, os portugueses começaram a expandir em direção da colônia, todavia essa expansão não foi feita de forma pacifica, muitos povos indígenas que habitavam a região foram perseguidos e dizimados pelo caminho.

A estabilidade na capitania do Rio Grande só viria no final do século XVII, quando Bernardo Vieira de Melo assumiu o governo.

 

Segunda Guerra Mundial

 Em 28 de Janeiro de 1943, o então presidente dos Estados Unidos Franklin Delano Roosevelt, chegava ao Brasil sendo trazido pelo navio USS Humboldt, que vinha de uma Conferência de Casablanca, no atual Marrocos. Roosevelt ao chegar se encontrou com o presidente brasileiro, sendo na época Getúlio Vargas. Essa reunião resultou na Conferência do Potengi, na qual foi debatida a entrada do Brasil na guerra e foi criada a Força Expedicionária Brasileira (FEB).

Durante esse período o ritmo de crescimento da cidade de Natal foi acelerado com a presença  dos contingentes militares brasileiros e aliados americanos, na época foram celebrados varias e eventos e bailes, onde contribuiu para uma maior aproximação entre essas duas culturas, e conseguintemente houve uma maior diversidade musical, que foi muito bem aceita e incorporada a cultura local. Em 1940 a população da cidade de Natal estava em aproximadamente 54. 836 habitantes, e apenas dez anos esse número dobou para 103 215 pessoas.



A cidade de Natal durante o período da segunda guerra mundial, ficou conhecido com “ A esquina da América do Sul”, apelido dado pelo departamento de guerra americano, que considerava aquela região com um dos pontos mais estrategista do mundo, juntamente com Canal de Suez, no Egito, e dos estreitos de Bósforo, na Turquia, e Gibraltar, entre a África e a Europa.

 

A seguir vou deixar uma pequena linha do tempo sobre alguns acontecimentos que marcaram a cidade de Natal.  

Em 1946, na administração do prefeito Sylvio Pedroza, foi inaugurada a Avenida Circular, atual Avenida Presidente Café Filho.

- 1949, teve início a construção do Farol de Mãe Luíza, inaugurado formalmente em 1951, com 37 metros de altura.

- Em 24 de agosto de 1954, com o suicídio de Getúlio Vargas, o natalense Café Filho assumiria a presidência da República pelos quatorze meses seguintes, tornando-se, até os dias atuais, o único potiguar a ocupar o cargo.

- 1960, venceria a primeira eleição direta para prefeito da história de Natal. Dentre as realizações de sua gestão está a Campanha de Pé no Chão Também se Aprende a Ler, que promoveu importantes avanços na educação do município..

- Em 1964, com a instauração de um regime militar no Brasil, Djalma teve seu mandato cassado e foi preso em quartéis do Exército na cidade, sendo ainda no mesmo ano transferido para Recife e depois para Fernando de Noronha.

- Em 7 de setembro de 1965, foi inaugurado o Hotel Internacional dos Reis Magos, na Praia do Meio, que funcionou por trinta anos, até 1995,e permaneceu abandonado até a sua demolição, em janeiro de 2020.



- Em 12 de outubro de 1965, o Ministério da Aeronáutica oficializou a criação da primeira base de foguetes da América do Sul, o Centro de Lançamento da Barreira do Inferno (CLBI), em área do município de Parnamirim, rendendo a Natal a fama de Capital Espacial do Brasil.

- Em 26 de setembro de 1970,a Ponte de Igapó, de concreto, substituiu a Ponte dos Ingleses, que começaria a ser desmontada, porém nunca concluída, estando a maior parte da estrutura metálica preservada até os dias de hoje..

- No dia 14 de março de 1971, a cidade ganha o Hospital Geral e Pronto Socorro de Natal, que entrou em operação somente em 1973, ano em que passou a se chamar Hospital Monsenhor Walfredo Gurgel.

- Ainda nos anos 1970, é construído o câmpus central da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), em uma área de 123 hectares que hoje pertence ao bairro de Lagoa Nova.

- Após ter sido iniciada no final dos anos 1970, no governo de Tarcísio Maia, a Via Costeira, oficialmente Avenida Senador Dinarte Mariz (RN-301), foi entregue à população em 1985 pelo governador José Agripino Maia, permitindo um acesso mais rápido entre as praias de Areia Preta e Ponta Negra. Esta rodovia, entre o Oceano Atlântico e o Parque das Dunas.

 - Em 1983, Natal ganha seu centro de convenções e, na madrugada de 25 de fevereiro de 1984, durante o Carnaval, ocorre a tragédia do Baldo, no qual dezenove pessoas morreram e outras doze foram feridas ao serem atropeladas por um ônibus, conduzido por Aluízio Farias Batista, que teria se vingado após saber da empresa que trabalharia além do seu expediente.A tragédia paralisou o carnaval de Natal pelas duas décadas seguintes. Em 6 de abril de 1984, a cidade foi palco do movimento Diretas Já, quando mais de sessenta mil pessoas saíram às ruas e se reuniram no entorno da Praça Gentil Ferreira, defendendo a volta das eleições diretas para presidente da República..

- Após duas décadas, Natal voltou a ter eleições diretas para a prefeitura em 1985, quando foi eleito o candidato Garibaldi Alves Filho,que esteve à frente do executivo municipal entre 1986 e 1989. Na eleição seguinte, realizada em 1988, foi eleita a candidata Wilma de Faria, que se tornou a primeira mulher prefeita da história de Natal..

- Seis dias depois, o arcebispo de Natal, Dom Alair Vilar, no início do seu episcopado, inaugura a nova Catedral Metropolitana, substituindo a primitiva Igreja de Nossa Senhora da Apresentação, cujo tamanho era insuficiente para acomodar o grande número de fiéis que a frequentavam. A nova catedral recebeu a visita do Papa João Paulo II em 12 de outubro de 1991, durante sua terceira visita ao Brasil.

 - Também em 1991 ocorreu a primeira edição do Carnatal, que já chegou a entrar para o Guiness Book como o maior bloco de rua do mundo.



 - Em 1999 Natal completou 400 anos de sua fundação. Como parte das comemorações, foi inaugurado o Pórtico dos Reis Magos, que dá boas-vindas para quem chega à cidade pela BR-101 sul. Em 25 de fevereiro de 2000, foi a vez do Viaduto do Quarto Centenário, ligando as avenidas Senador Salgado Filho e Prudente de Morais. Naquele mesmo ano, a praia de Ponta Negra ganhou um calçadão de quatro quilômetros, com alguns quiosques ao longo de sua extensão, que substituíram as várias barracas de praia que ali existiam.

 https://pt.wikipedia.org/wiki/Natal_(Rio_Grande_do_Norte)

 Agora que já conhecemos um pouco sobre a historia da cidade de Natal, vou deixar o meu relato, vou falar sobre os lugares que eu conheci e minhas impressões. Espero que estejam gostando e sem mais delongas....


A primeira vez que eu fui a cidade de Natal, passei apenas pelo aeroporto e corte a cidade, porque nosso destino final era uma cidadezinha chamada TIBAU, que ficava perto da divisa do estado do Rio Grande do Norte com o estado do Ceara, nessa época minha tia morava numa casinha pitoresca na beira da praia, bem divisa  entre esse dois estado, e para chegar lá como a cidade em si não tinha aeroporto ou rodoviária, muitas vezes tínhamos que passar por NATAL ou por Fortaleza.

 

Meu contato um pouco mais longo com a cidade de Natal, foi quando um dos meu primos começou a morar lá. Numa das ocasiões que planejamos visitar nossa tia  em Tibau, conseguimos incluir um dia e meio na casa do nosso primo.

 

Nesse ano meu primo ainda estava começando sua jornada profissional. Seu apartamento ficava  na periferia de Natal, era um lugar bem simples e modesto.

 

Mas, nosso primo tinha um jeito de deixar tudo especial. Os dias passaram voando e logo tivemos que seguir viagem. O tempo que passamos ali só demos algumas voltas ali no bairro mesmo. Como em toda cidade grande temos que ficar de olho vivo aonde passamos, pois todo lugar tem roubo e violência, porem alguns lugares tem mais ocorrência do que outros, ali havia algumas historias bem problemáticas, no entanto o tempo que ficamos hospedados na aquela região graças a Deus, não presenciamos nada de alarmante.

 

Alguns anos depois voltamos  a cidade de Natal, com o mesmo esquema, passar um dia com nosso primo e seguir caminho para a casa da nossa tia. Dessa vez que voltamos nosso primo já estava com condição financeira um pouco mais equilibrada e ele havia se mudado para um casinha dentro de uma pequena vila, na qual o bairro ao redor também era um pouco mais  estruturado. Ficamos a maior parte do tempo em casa converso, descansado e vendo filmes, ou seja não tivemos  muita oportunidade de conhecer lugares ao redor.

 

Depois de um tempo seguindo o mesmo cronograma, meus pais decidiram alterar um pouco o nosso itinerário de férias, e naquele ano foi feito todo um roteiro para passar uma semana na cidade de Natal e depois seguir viagem. Tínhamos um mês de férias e se tudo fosse bem calculado, daria para fazer tudo.  



 Nossa viagem começou no finalzinho de Julho indo para Agosto. Nessa ocasião nosso primo havia conseguindo um emprego em um jornal local, agora estava finalmente trabalhando em sua área, ele também havia se mudado para um outro apartamento num bairro mais conceituado de Natal.

 O apartamento ficava no bairro de Ponta Negra, que se localiza na região sul da cidade, apenas algumas quadras da praia. O prédio que ele morava também era muito interessante, o design da construção foi projetada para lembrar a aparência de um navio, e até algumas janelas tinham alguma semelhança. O prédio ainda estava com alguns apartamentos para serem alugados, então podemos ficar bem a vontade. 

 Formos conhecer a praia no dia seguinte. As águas são banhadas pelo oceano atlântico, de um tom azulado bem suave. Na beira da praia á uma grande concentração de pedrinhas de coloração marrom muito intenso, que foi um dos atrativos que deu o nome ao bairro de Ponta Negra. Na época que eu fui, as ondas estavam bem fortes, o que proporcionava uma boa diversão para os surfistas, porem os banhista tinham que ter cuidado para não dar uma cambalhota ou serem atingidos por alguma prancha.

Ponta Negra é um dos bairros mais famosos na cidade de Natal, onde também se localiza o morro do careca, uma enorme duna de areia, que se tornou muito conhecido pelos cartões postais da cidade. O morro é patrimônio da cidade e foi proibido subidas ou passeio pelo mesmo, no intuito de preservação.



A orla de Ponta Negra se estende por quase todo o bairro beirando a praia, é repleta de hotéis, restaurantes, lojas de roupas e artesanatos. A vida noturna também é bem movimentada, com shows e musica ao vivo, repertório que inclui axé music, forró, jazz, Música Popular Brasileira (MPB), música latina e rock. Aera é bem iluminado e no mês que eu fui, sempre tinha um carro da policia fazendo ronda, todavia é melhor ficar atenta, não importa o lugar que você esteja, sempre olhe tudo ao seu redor.

Pela praia a muitos vendedores ambulantes, eles comercialização óculos de sol, roupas de banho, amendoim, salgados, picolés e você também pode experimentar um crepe feito na hora, eu nunca comi, mas o aroma é tentador.

O shopping do Artesanato Potiguar é outro lugar de destaque em Ponta Negra. O local foi inaugurado em janeiro de 2005, e anualmente é onde ocorre o Festival do Turismo, Artesanato e Cultura de Natal.Tanto no Shopping Potiguar, como outras feiras e lojinhas de artesanatos, você também encontro vários doces tópicos a venda, alguns lugares com direito a degustação. Se você gosta de castanha de caju, não deixe de experimentar, em Natal tem varias opções, como castanha com pimenta, com gergelim, chocolate, leite condensado entre outras. 

O bairro limita-se com o bairro de Capim Macio e o Parque das Dunas a norte; a oeste com o bairro de Neópolis e a sul com o município de Parnamirim.

O ar da cidade de Natal é conhecido por ser um dos mais puros da América do Sul.O clima é tropical chuvoso com verões secos.

“com amplitudes térmicas relativamente baixas e umidade do ar relativamente alta, devido à sua localização no litoral, tornando o efeito da maritimidade bastante perceptível”.

Natal também ostenta o titulo da “Cidade do Sol”, pois recebe uma elevada luminosidade solar, a maior dentre as capitais brasileiras, que ultrapassa 2 900 horas anuais.

Outro bairro que não é muito falado, é o Alecrim, não é um bairro turístico, porem se você gostas de fazer compras, principalmente no atacado por um preço baixo, o bairro do Alecrim é uma boa opção, são varias e varias lojas com diversos produtos com um preço bem acessível. O bairro é um entra e sair, com muitas ruazinhas e becos, tem que tomar cuidado para não se perder.  No entanto o Alecrim é um pouquinho longe, se você estive no bairro de Ponta Negra, por exemplo são quase uma hora de ônibus.

 


Uma das iguarias do bairro Alecrim é Trovo, um biscoito de origem holandesa, recheado com calda de caramelo, porem em alguns estabelecimentos você pode encontrar outros recheios tipo chocolate, beijinho, morango e nutella. Já vi esse biscoito sendo comercializados em outros locais, porem no Alecrim, você pode degusta ele feito saindo do forno, e sai quentinho com aquele aroma doce exalando.

 

Passando uma semana seguimos nosso itinerário, nossa próxima parada era na casa da nossa tia, todavia esse ano ela também havia se mudado e estava residindo no município de Extremoz, perto do Parque Turístico Ecológico Dunas de Genipabu, que fica uns vinte quilômetros da cidade de Natal.



O Parque conta uma praia, lagoas e um complexo de dunas. A praia e as lagoas possuem, geralmente, águas calmas com uma temperatura bem agradável, é um local ideal para você deitar e relaxa. O complexo das dunas é parada bem interessante, as dunas são conhecidas como moveis, pois pela ação do vento as áreas são movidas de um lado pelo outro, mudado a paisagem constantemente. No complexo das duas você pode fazer um passeios de buggy, e dromedários.

Os dromedários são uma espécie de camelos originários da região nordeste da África e da parte ocidental da Ásia.

Eles são muito populares em Genipabu, e o pessoal que organiza os passeios, dispõem de acessórios e fantasias, na qual você pode tirar fotos com a temática das arábias.

A cidadezinha do município de Extremoz é bem pequena, possuindo apenas alguma ruas, porem conta com hotéis, pousadas, lojas e restaurantes.

 

Nossa ultima parada foi na Praia de Pirangi do Norte, que se localiza no município de Parnamirim, poucos minutos da cidade de Natal também.



Na época meu avô morava lá, numa casinha apenas duas quadras da praia. A praia de Pirangi do Norte é muito bonita. As águas são de um azul bem vivo, e em algumas partes a água bem cristalina, a temperatura é bem diversa, com algumas correntes de água quentes e outras bem geladas.  Nos finais de semanas, feriados e alta temporada a praia é bem movimentada, no entanto em dias normais é um lugar tranquilo.

Se você gosta de caminha a muito a se explorar, beirando o mar, a varias praias uma ao lado da outra, com características e belezas diferentes, porem para você ter acessos a alguns locais só a pé.

Quando a mare sobe e depois desce, varias lagoas são formadas nas pedras e na área, é um ótimo lugar para observar uma infinidades de peixes e crustáceos. 



É muito comum ver alguns navios cruzando o horizonte, além de barcos de pesca ao longe. E ali perto também fica a enseada dos golfinhos, que se você tiver sorte pode ver algum dando uma volta por ali. No entanto a enseada fica num lugar muito alto, e você vai precisar de uma câmera com um bom zoom ou uns binóculos para pode ter uma boa visão.

É comum ver algumas pessoas praticando Skysurf, que segundo alguns é uma modalidade de paraquedismo, no qual se utiliza uma prancha para fazer manobras radicais ou apenas deslizar pela água. Quando o vento está propício você pode observar um grande número de esportistas cruzando as ondas. E se você quiser viver essa experiência, ali na praia havia um instrutor bem conhecido, no entanto não sei dizer se ele ainda está dando aulas e os valores, na época que eu estava lá o preço era um pouco puxado, mas para quem gosta e tem condições vale a pena. E uma dica, se você estiver no mar e algum Skysurf estiver por perto, é melhor tomar uma certa distancia, já ouvi falarem que as linhas que prendem o paraquedas a controle, são bem afiadas, graças a Deus, nunca presenciei nenhum acidente desse tipo, porem meu avô sempre me lembrava para ter cautela quando tinha algum Skysurf na água. 

A cidadezinha de Pirangi do Norte, possui hotéis, pousadas, restaurantes, mercados, lojas e roupas e artesanato, tudo é bem pertinho um do outro, e como as ruas são estreitas é uma boa opção ir a pé ou de bicicleta. Quando a cidade recebe muitos turistas fica um tumulto e um terrível engarrafamento, se você vier na cidade em alta temporada é bom planejar sua saída com antecedência, para evitar qualquer estresse. A tardezinha e a noite, vários moradores ficam na frente das casas conversando ou vão para a pracinha da cidade que fica perto de uma igrejinha local. Tanto a praia, como a cidadezinha são repletas de postes de luz e, geralmente, é bem calmo, caso voce queira dá uma caminhada noturna, no entanto não tem muitos comércios abertos essa hora, apenas alguns bares e restaurantes.  



A cidade possui construções antigas, modernas, simples e exuberantes. A fauna e flora estão bem presentes, é possível ver macaquinhos Sagui correndo pelos fios elétricos e algumas Maria- Farinhas (Ocypode, uma espécie de caranguejo), literalmente andando pelas ruas.

Porem ao lado de todo esse esplendor a um cenário triste a ser observado, a muitos cachorros e gatos abandonados nas ruas, pessoas em situações precárias e lixos em diversos lugares aonde deveriam ser respeitados. Essa não é só a realidade de Pirangi do Norte, é a realidade da cidade de Natal, de Genipabu e do Brasil nó geral. O Estado do Rio Grande do Norte é muito bonito, é um lugar rico em cultura e natureza, com um povo festeiro e hospitaleiro, no entanto com todo lugar possui suas dificuldades e desafios a serem vencidos.

A outros pontos turísticos no municio de Parnamirim e vou deixar o link e a lista do site oficial da prefeitura, caso vocês queiram conhecer.

 

 RIO PIUM

O rio faz divisa entre os municípios de Parnamirim e Nísia Floresta e deságua no mar. Propício a banho, natação e pesca.

 

PRAIA DE COTOVELO.

Praia urbana, que possui como valores paisagísticos falésias e arborização.

 

PARQUE ALUÍZIO ALVES

O Parque Temático Governador Aluízio Alves, inaugurado no dia 18 de março de 2007, é um dos cartões postais de Parnamirim. O parque faz parte de um complexo que conta com uma fonte luminosa, banheiros, pista de skate, playgroud e teatro de arena. Um rio artificial com 530 metros de extensão e uma réplica do Pico do Cabugi com uma estátua em tamanho natural do ex-governador Aluízio Alves são outros atrativos do local. O parque, localizado no bairro Cohabinal, pode ser visitado todos os dias das 7h às 22h.

 

MERCADO PÚBLICO MUNICIPAL

O presente prédio abriga produtos diversos: roupas, sapatos, alimentação etc.

 

CENTRO DE LANÇAMENTO DA BARREIRA DO INFERNO

CLBI, que fica no município de Parnamirim, tem uma área litorânea de aproximadamente 36 Km2, sendo 11 Km nas laterais da estrada RN 063 (Natal-Pirangi) que divide o seu terreno, longitudinalmente em duas áreas. Um museu aeroespacial se encontra em fase de construção em frente ao Portão de acesso à Barreira do Inferno.

PLANETÁRIO

 

O Planetário de Parnamirim, como é próprio dos Planetários espalhados pelo mundo, é uma nova janela ou porta aberta para o universo, a partir da qual podemos refletir mais sobre os seres humanos e suas relações com o meio ambiente e seus semelhantes, diante da deslumbrante visão de um céu totalmente estrelado, de uma viagem pela Terra, para o passado ou futuro, pelo sistema solar ou mesmo para as mais distantes profundezas do oceano cósmico.

 


CAJUEIRO DE PIRANGI

Mais conhecido como o "maior cajueiro do mundo", é uma árvore centenária de dez mil metros quadrados de copa.

 https://parnamirim.rn.gov.br/#/

O maior cajueiro de Pirangi, fica numa aera toda cercada e prepara para visitação, no meu caso eu não tive a chance de fazer um tuor pelas instalações e não me recordo os valores dos ingressos. No entanto se você não pude fazer a visita, você pode ter um bom vislumbre do lado de fora, realmente é uma árvore impressionante. 

Vou colocar também o site com alguns outros pontos turisticos de Natal, pois eu procurei citar apenas os que eu conseguir conhecer. 

https://www.viajenaviagem.com/destino/natal/o-que-fazer/

E antes de finalizamos eu colocar 9 curiosidades sobre a cidade Natal e o link do site. 


Primeiros a consumirem gomas de mascar 

Quando a cidade de Natal serviu de base americana na Segunda Guerra Mundial, as gomas de mascar passaram a ser vendidas com o objetivo de relaxar e diminuir o estresse dos civis e dos combatentes americanos. Após a guerra, o sucesso se espalhou por todo o país, surgindo, então, a comercialização em massa dessa guloseima que é muito apreciada por todos os brasileiros hoje em dia.


Território Francês 

A foz do Rio Potengi, onde está a cidade de Natal, foi por muito tempo ancoradouro francês. O planos dos franceses era, de acordo com as informações do mapa de Jacques de Vau de Clayde (“Le Brésil, 1579), a conquista do litoral da região Nordeste entre a foz do rio São Domingos (atual rio Paraíba) e o rio Acaraú (atual estado do Ceará). Natal era um ponto estratégico para o sucesso da missão.


Esquibunda

O esporte teve início entre os natalenses, que devido à impossibilidade de surfar em dias de poucas ondas no mar, criaram uma alternativa para se exercitar, só que em vez da água, foram as dunas o local escolhido para se divertir. Ao praticar essa atividade, a pessoa só precisava sentar em uma tábua de madeira e descer sobre as dunas. Vale lembrar ainda que essa modalidade, atualmente, está proibida.

 Porto de mergulho

Natal conta com o segundo melhor ponto de mergulho em mar aberto do Brasil, perdendo apenas para Fernando de Noronha. Suas águas cristalinas e riqueza na fauna e flora subaquática impressionam visitantes do mundo inteiro


 Capital mundial do buggy 

Não por acaso que a cidade de Natal é conhecida como a “capital mundial do buggy”. Afinal, são tantas coisas incríveis para curtir, como ver os dromedários e conhecer as dunas que, para fazer tudo isso de uma forma bem diferente, passear de buggy é a melhor escolha. Acrescentando a isso, o turista pode escolher por fazer o percurso de um jeito divertido, optar por qual a velocidade que quer passear, se “com emoção” ou “sem emoção”.


 Ar puro 

Natal é considerada a cidade que possui o ar mais puro da América do Sul, além de um dos mais belos litorais do Brasil, que se estende por mais de 400 Kms.


Capital da corrida espacial do Brasil

O Brasil entrou na corrida espacial em 1965, com a inauguração da base de lançamentos de foguetes da Barreira do Inferno, localizada no município de Parnamirim, litoral sul de Natal e pertencente a área da Grande Natal.

 Terra do camarão 

Aos apreciadores do camarão, a cidade possui uma ampla variedade de pratos que vão te deixar com água na boca. Camarão ao alho e óleo, aos quatro queijos, camarão na moranga (abóbora), ao catupiry, ao molho de ervas, misturado com tiras de carne de sol (chamado camarão aos fios de sol), entre outros.


Ponto de parada do escritor francês Saint-Exupéry



O aviador da Segunda Guerra (Saint-Exupéry) citou o pôr-do-sol da cidade no livro “Atlântico Sul” e o Baobá, árvore africana que tem três exemplares no Rio Grande do Norte, na sua mais famosa obra: “O Pequeno Príncipe”. O autor teria ficado impressionado com o fato de que eram necessários 15 homens para abraçar o tronco da árvore.

 

https://diariodoestadogo.com.br/10-curiosidades-sobre-a-cidade-de-natal-118733/


É isso... Chegamos ao fim de mais uma viagem, é uma satisfação está aqui com vocês. Espero muito que tenham gostado. E vocês, já foram a Natal ou gostariam de ir? Quais lugares que vocês conheceram ou pretendem conhecer? Fiquem a vontade para deixarem algum comentário, pergunta, observação e etc. Me desculpem por qualquer erro ou equivoco, seja de informações ou de escrita. Mais um vez, muito obrigada a pela presença de todos(as), por terem lido e compartilhado. Tenham uma excelente semana. Até a proxima.... 



Uma pequena Jornada pelo incrível mundo da Fotografia. Parte 2

 Olá meus queridos(as) e amados(as) leitores(as), hoje vamos dar continuidade a nossa jornada ao " Pelo Increvel mundo da Fotografia", numa segunda parte, onde vamos explor algumas curiosidades e informações... Divitam-se!!!


 A ciencia por trás dos Filmes Fotograficos. 



A marioria dos  filmes fotográficos antigos em preto e branco dispunham de duas camadas básicas:

Uma emulsão ( sais de prata, sensíveis a luz e suspensos em gelatina), aplicados sobre uma “base” transparente ( normalmente feita de acetato).

Quando a luz atingia o filme, a mesma afeta a estrutura básica dos haletos de prata- cada um dos grãos – existentes no interior da camada de gelatina. Quando maior a quantidade de luz que atingi essa camada, maior o numero de grãos afetados.

Até essa etapa, porem não ocorre qualquer mudança perceptiva no filme, necessita-se de um agente químico, - o revelador- para torna uma imagem latente, ele atua de modo a transformar os haletos de prata afetados pela luz em diminutos grãos de prata metálica pura, que apareceram na cor preta.

Os haletos de prata que não foram pela luz- situados na área de sombra da imagem, não são modificados pelo revelador.

Após a revelação, surge uma imagem em negativo no filme ( negativo em virtude de a prata negra não ter sido produzida pelas áreas claras).

Porem, como nesse estagio a emulsão ainda pode ser impressionada pela luz, é necessário “fixa” a imagem, através de todos os sais de pratas não revelados. O fixador torna-os solúveis em água, e sua remoção é feita por meio de uma lavagem. Depois desta, resta apenas a prata metálica estável sobre a película transparente. 


PS: Apenas lembrando que o processo descrito a cima é apenas um pequeno resumo.



A transformação dos Negativos em Fotos.

Passo um: Apos feitos os procedimentos descritos a cima enxuga-se os negativos e põe-se para seca.

Passo dois:Os negativos são colocados juntos com folhas de papel (normalmente em branco), numa prensa. Em seguida são expostos a nove segundos de luz.

Passo três: Banhe-se o papel no revelador, depois no interruptor e fixador. (Todos agentes quimicos). 

Passo quatro: As folhas são novamente lavadas, nessa etapa cerca de uma hora.

Passo Cinco: Depois de uma hora, finalmente põe se as folhas para seca em cima do papel secador, finalizado esse processo as fotos já estão prontas.

PS: Novamente lembrando, esse passo a passo é apenas um pequeno resumo.



Relembrando os meios das primeiras câmeras fotográficas é possível se utilizar de uma caixa de fósforos para registrar uma imagem. Denominada de Câmera pinhole, foia criada pelo físico Devid Breswter. A muitos tutorias de como fazer sua própria câmera fotográfica a partir de uma caixa de na internet, mas em resumo basta deixar a caixa completamente fechada e fazer um furo com um alfinete ou uma agulha, em tese quanto maior o furo, mais nítida será a imagem. E como a caixa de fosforo quando bem fechada, não deixar nenhuma luz entrar, não é necessário uma lente, apenas o orifício feito com alfinete. 


Chegando ao Brasil.

A primeira foto tirando em solo Brasileiro foi de o paço da cidade, situada no Rio de Janeiro, em 1840. Seu autor foi Louis Compte, um francês que estava passando pelo pais, e trazia consigo o seu daguerreotipo. O registro causou uma comoção com a nova invenção, o que incentivou Dom Pedro II adquirir seu próprio daguerreotipo e se torna o primeiro fotografo brasileiro com apenas 15 anos. 


Os famosos "Corta e Cola".



A edição de fotografias é um trabalho bem antigo, que foi sendo desenvolvido em conjunto com a própria fotografia. Porem antes do famoso photoshop e de outros programas de edição, os fotógrafos tinham que e virar com outras técnicas como colagens e alterações de cor. Esses processos se davam por motivos criativos, brincadeiras, marketing e politica, um caso famoso que podemos cita, aconteceu na época da antiga união soviética. O ditador Josef Stalin ordenou uma força tarefa para editar fotos de cunho politico, na intenção apagar traidores ou inimigos em certas fotografias. 


Contribuição.

O responsável por introduzi as palavras “Positivo e Negativo”, na nomenclatura referente ao calótipo foi John Herschel, cientista de amigo de William Henry Fox Talbot, na qual John Herschel auxiliou sugerindo o uso de vários processos químicos. 


Gigante.

Conhecida como a câmera mamute (Mammoth Camera), foi uma das maiores câmeras já inventadas, seu peso chegava aproximadamente aos 640kg, era necessário 15 pessoas para carrega-la. Foi lançada nos anos de 1990 nos Estados Unidos. Projetada por George Raymond Lawrence e construída por J. A. Anderson.


Avanço.

Em 1975 Steve Sasson, nos laboratórios da Kodak inventou a primeira câmera digital que se tem noticia. O tempo para produção de uma imagem era de 23 segundos, o que foi uma revolução total o mundo da fotografia.

Despendioso.



Uma das fotos mais caras do mundo foi vendida por U$6,5 milhões de dólares. Foi registrada pelo fotografo e paisagista Peter Link, que batizou sua obra de Fantasma (Phantom). O nome se deu por causa de um refeito semelhante ao um corpo humano que se formou da luz sobre a poeira do Canyon.


Eu vi isso em algum lugar.

A foto mais conhecida de todos os tempo foi tirada por Charles “Chuck” O’Rear na região do Vale do Napa, em 1996. A imagem foi usada pela Microsoft anos depois como papel padrão do Windows XP.


Arte.



Logo após a primeira exposição de Louis Jacques Mandé Daguerre, na Academia de Ciências e na Academia de Belas Artes em Paris, onde Daguerre apresentou o daguerreotipo, uma das primeiras maquinas fotográficas que se tem historia, muitas perguntas pertinentes surgiam no ar e uma delas foi: A fotografia deveria competir com a pintura e seria, ela uma forma de arte?  No inicio a maioria dos fotógrafos estavam satisfeitos em registrar o que viam, porem não demorou para  os adeptos da interpretação veem nessa invenção uma oportunidade e começaram a experimentar varias estilos, alguns deles tentando emita a pintura da época. Exemplos como Oscar Rejlander e Henry Peach Robinson, que tinham uma fascinação por paisagem ocorrerão a um grande números de técnicas intricadas de manipulação, com o objetivo de se obter através da fotografia, uma recriação de uma cena existente. 

 Porem a duvida persistiu e seguiu praticamente durante toda era vitoriana. Cabia a nova técnica reproduzir ou interpretar? Seriam validos os novos meios de manipulação?  A fotografia era um veiculo de comunicação ou uma forma de arte? Com tantos dilemas dois grupos foram criados, eles sendo The Linked Ring, comandado por Robinson e George Davison, criado na Inglaterra em 1892, e o Photo Scession, formado dez anos depois nos Estados Unidos, com Alvin Langdon Coburn e Edward Steichen. Na qual cada grupo tentava prova o seu ponto de vista. Hoje no entanto sabemos que a fotografia é diversa, e é tanto um veiculo de comunicação, como pode ser do mesmo modo, uma forma de arte, e ela não se limita apenas entre esses dois processos, ela abrange muito mais possibilidades.


O clube dos Espiões.

Em 1881 com o avança das técnicas fotográficas e a utilização de um novo sistema, chamado de chapas secas, abriu portas para novas modalidades de câmeras fotográficas, e foi nesse meio que Thomas Bolas, projetou modelos totalmente fora dos padrões inicias que foram batizadas de Câmeras Espiãs, que eram maquinas disfarçadas em qualquer tipo de objetos, como sacolas, pacotes, armas, binóculos, livros, bengalas e como peças de vestuário, como gravatas por exemplo. Essas câmeras criaram uma verdadeira febre, só que em muitos casos eram pouco funcionais e com resultados limitados, sendo em alguns casos apenas um brinquedo divertido para os ricos.


Era vitoriana.



As fotos da era Vitoriana, são mundialmente conhecidas por serem peculiares e curiosas, e um dos elementos que mais chama atenção é o semblante serio de seus modelos, é aro se ver um sorriso em cena, algo bastante diferente de épocas posteriores, onde um sorriso é detalhe habitual. Isso se dava pelo simples fatos das dificuldades de se obter um registro na época. Quando a fotografia nasceu era possuía varias limitações, uma delas era o tempo de exposição que era necessário para se registra uma imagem. Isso porem não impediu que os famosos retratos de famílias e autorretratos ficassem famosos para o publico, e para resolver o tempo de exposição, muitos fotógrafos apelam para fisionomias sem muitas expressões, que segundo eles era muito mais fácil manter aspecto natural, do que um sorrio espontâneo.



 

É já que estamos falando da era Vitoriana não podemos esquecer de mencionar as famosas fotos de pessoas mortas, que embora hoje seja considerado algo bem macabro, na época de 1837 a 1901 era algo extremamente comum. Na época vitória a taxa de mortalidade era muito alta, havia muitas doenças, infecções, sem falar na falta de higiene que era extremamente baixo em muitos lugares. Com todo esse cenários e com o invento da fotografia muitas famílias apelaram para modo, como o ultimo recurso para guarda uma lembrança dos seus entes queridos. Porem essa pratica só ganhou força quando as maquinas fotográficas e juntamente as fotos se tornaram mais acessíveis, algo que nos primeiros anos era algo exclusivo dos ricos pelos os altos custos. Porem com os anos essa pratica de fotografar pessoas mortas caiu em desuso. Isso se pode dar pelo fatos, da melhoria de qualidade dos serviços de saúde, o aumento da taxa de expectativa de vida e o invento das fotografias instantâneas,  tudo isso permitiu que as pessoas pudessem tirar fotos com mais felicidades, e aproveitar seus parentes e amigos para tirar fotos enquanto os mesmos estivessem vivos. 


Um caminho para o Novo Mundo.

 As fotografias foram um dos primeiros passos para o surgimento do cinematografo e do cinema posteriormente. E esse passo se deu pelas fotos em series, que nada mais é do uma sequência de imagens tiradas uma a trás da outra de algum objeto, pessoa ou anima em movimento, que postas lado a lado, dar para ver cada movimento por trás de uma ação. Uma das serie de fotos mais famosas começou com uma aposta entre um magnata das ferrovias, Leland Stanford e seu amigo Frederick MacCrellish. Como este não admitia que um cavalo mantivesse os castos fora do chão em momento algum do galope, Leland encarregou Eadward Muybrige para descobrir a verdade. E para esse feito Eadward precisou de aproximadamente doze câmeras com obturadores eletromagnético, além de um circo elétrico para o disparo, concluindo assim a posta.    


Fontes: https://maristalab.com.br/praticas-educativas/dia-mundial-da-fotografia/

            Guia do Estundante. (site).

            Tudo dobre Fotografia.(Livro).

             www.bbc.com.br

              

Chegamos ao fim de mais uma jornada. É uma alegria ter vocês por aqui. Espero que tenham gostado. Agradeço de coração pelo apoio. E peço desculpas por qualquer erro ou equívoco. Uma ótima semana e um Feliz Natal... Até breve.

Uma pequena jordana pelo increvel mundo da Fotografia.

 


Desde os primórdios a humanidade sempre teve a necessidade de fazer registros, de cenas do cotidiano, de fatos históricos ou do que achasse belo, interessante ou curioso, podemos observar isso ao longo da historia. Com os desenhos na pré-história, depois com a invenção da escrita, a evolução da pintura e da musica. Porem até certo período na historia do nosso globo, muitas tentativas haviam sido feitas para obtenção de um registro real e realista de um objeto, uma paisagem, uma pessoa e assim por diante. O que hoje chamamos de fotografia, já era algo sonhado a ser alcançado há muitos anos atrás. Nesse tópico vamos falar um pouco sobre a historia da fotografia.

Antes de iniciamos é importante ressaltar que mesmo que um ou outro inventor tenha ficado conhecido pelo invento da fotografia, foi conjunto de varias personalidade que se dedicaram a estudar e a observar a luz e a reação de alguns compostos químicos sobre na mesma, que resultou na criação do que conhecemos por foto.

 


Nosso primeiro ponto de referencia na historia da fotografa se dá por a câmera Obscura, que mesmo não sendo uma câmera propriamente dita, foi usado como objeto de inspiração para o invento das primeiras câmeras fotográficas, explicando de um modo bem singelo é um aparelho óptico, no formato de uma caixa, que utilizasse da luz para projetar uma imagem invertida de uma cena externa em uma superfície oposta a um pequeno orifício. O aparelho foi usando por vários artistas para se obter com maior precisão na hora de desenhar objetos ou paisagens. O primeiro registro que se tem sobre a câmera obscura é de um texto chinês datado do século V a. C, denominado de “ Mozi”. Temos citações na Grécia antiga por Aristóteles e também foi utilizada por Leonardo da Vince entre outros.

 


Partindo desse ponto podemos citar demais experiências e observações da luz e seus variados efeitos. Por volta do século X , Alhaken Basora, originário da Arábia, notou as essências dos desenhos que se projetavam na interior da sua tenda transpassada pela luz solar.

No ano de 1525 a técnica de escurecimento dos sais de prata já era algo bastante conhecido. O químico italiano Ângelo Sala, em 1604 descobriu que alguns compostos também de prata se oxidavam quando expostos a luz solar.

 Porem 1727 foi verificado por J.H Schulze que o escurecimento dos sais de prata se dava partir da luz e não do calor como pensado inicialmente.

Com essa nova aquisição K.W Scheele em 1777, começou uma serie de estudos que permitiu em 1802, Thomas Wedgwood fazer experiências dom cloreto de prata sobre papel e couro.

No mesmo ano A. Senefelder apresentou em Paris uma nova técnica de reprodução de imagens a litografia. Que consistia na criação de desenhos sobre uma superfície, sendo a pedra calcaria mais utilizada, por um lápis gorduroso, fazendo assim a repulsão da água e do óleo. Litografia pode ser interpretada com a “Pedra Escrita”.



Joseph Nicéphore Niepce se interessou muito pela litografia e começou a pesquisar tipos de pedras que poderiam ser usadas nessa técnica. Com ajuda de seu filho Isidoro e posteriormente de seu irmão Claude, fizeram um grande avanço nesse meio. Um tempo depois começaram a fazer teste do cloreto de prata no papel para reproduzir imagens, as tentativas tiveram muito êxito e em 1822 Joseph Necéphore Niepce realizou uma nova tentativa, dessa vez se utilizando de verniz de Asfalto ( betume da Judeia),  que aplicou juntamente com uma mistura de óleo numa placa de vidro, conseguindo assim após 8 horas de exposição a primeira fotografia mundialmente conhecida e  registrada na historia. A imagem remete uma das vista de uma das janelas em seu local de trabalho localizado em Sant Loup de Verenne,s na França.

No entanto J. Niepce ficou insatisfeito com o seu êxito, declarando que essa técnica heliográfica (como havia chamado), não era muito adequada em suas expectativas para o que viria a ser a fotografia comum.



Em 1835, outra descoberta foi feita, dessa vez por Louis Daguerre. Após um período de trabalho, Louis apanhou seus equipamentos para guarda-los, incluindo uma chapa revestida com prata e sensibilizada com iodeto de prata, que mesmo depois de exposta a luz, não representava sequer sinais de uma possível imagem, que Louis colocou em um de seus armários, decepcionado. E na manhã seguinte uma surpresa, a imagem estava completamente revelada. O fato fez com que se criasse um mito sobre o elemento revelador. Vapor de mercúrio, dando-se por causa de um termômetro quebrado. 

Dois anos depois do ocorrido, Louis Daguerre já havia se especializado no processo e criado uma padronização com chapas de cobre sensibilizadas com prata e tratadas com vapores de iodo, depois eram exposta a ação do mercúrio aquecido obtendo assim as imagens reveladas, e para finaliza as chapas eram submergidas em solução aquecida com sal de cozinha, para que ficassem inalteradas. Embora a conquista, os primeiros daguerreotipo eram bem limitados, a imagem além de ser invertida era de baixa qualidade, sem muito contraste tonal e o tempo de exposição ainda era demorado, sendo necessário mais o menos 30 minutos. Ciente de tais problemas, outros estudos e tentativas foram feitos, nesse ritmo algumas melhorias não tardaram a chegarem. A sensibilidade da chapa foi ampliada, foi usado para esse efeito brometo de prata que funcionou também com um acelerador. A inversão da imagem foi ajustada, com a inclusão de prisma á objetiva. E uma novidade foi o ouro, que foi incorporado no processo de fixação, dando um tom de violáceo escuro ao que antes era um brilho metálico.



Enquanto Daguerre avançava em suas pesquisas, Josef Petzval também dava suas contribuições para a evolução da era fotográfica. Josef era um húngaro radicado em Viena, segundo historiadores e no ano de 1830 fabricou uma nova lente dupla (cromática), produzida a partir de componentes distintos, com uma abertura de f 3.6, que permitia uma velocidade trinta vezes mais rápida do que as lentes Chevalier, normalmente usadas. E com essa mudança foi possível reduzir o tempo de exposição em solenes quatro minutos.

Em Julho de 1839, Louis Daguerre vendeu sua invenção, batizada de daguerreotipo, ao governo francês, recendo em troca uma pensão vitalícia de 6. 000 francos. E em 19 de Agosto do mesmo ano essa técnica de Daguerre juntamente com outras, foram apresentadas aos membros da Academia de Ciências e da Academia de Belas artes, marcado para alguns como o inicio do da revolução fotográfica.



Se Louis Daguerre e Joseph Necéphore Niepce ficaram conhecidos como os primeiros a inventar a fotografia, foi Fox Talbot que criou o primeiro sistema simples para um número indeterminado de copias, se utilizado para isso uma chapa exposta. Esse foi um grande passo para o desenvolvimento do que viria ser um novo meio de comunicação.

““Sinto alegria em ser o primeiro a cruzar montanhas”, escreveu Talbot no prefacio de “ The pencel of Nature”, onde fez um relato de suas vitorias.



William Henry Fox Talbot era cientista, poliglota e ex-membro do parlamento inglês. Suas pesquisas sobre fotografia começaram em 1833 e poucos meses depois já havia conseguido desenvolver negativos minúsculos, com o tempo de 30 minutos de exposição, em maquinas de fabricação local, na qual sua esposa as descrevias como ratoneiras. Só em 1840, após o lançamento dos daguerreotipo, que Talbot conseguiu fazer um processo tangível, reduziu o tempo de exposição para um minuto, usando iodeto de prata, e inventou o sistema de copias, falado anteriormente. Talbot era um pouco mais flexível, em relação à Daguerre, e permitia que pelos menos amadores e cientistas usassem livremente seus processos. No entanto, apesar do apelo do publico isso não impediu que Talbot perdesse um processo judicial por causa de patentes. Em 1852, um fotografo de Londres, Laroche fez uma acusação, afirmando que os processos químicos do calótipo e o novo processo de colódio úmido, seriam em base os mesmos.

Independente se eram os mesmo ou não em 19851 Frederick Archer inventou o processo do colódio úmido, esse processo era revestido de uma chapa de vidro com uma solução de nitrato de celulose, onde havia um iodeto solúvel  e sua sensibilidade se dava pelo nitrato de prata. A chapa era umedecida antes de ser exposta na maquina fotográfica, depois era revelada com pirogalo ou com sal ferroso.

Esse processo possuía seus pros e seus contras, era flexível, embora complexo, no entanto garantia bons resultados e acabou por ajudar no desenvolvimento da fotografia temática, onde podemos destacar dois pioneiros Roger Fenton, com seus registros do guerra da Crimeia e Mathews Brady com fotos da guerra da secessão nos estados unidos.

Outro ponto que pode ter colaborado na criação da fotografia temática, foi a queda da popularidade daguerreotipo, pôs além de os mesmo terem se tornado obsoletos, esse novo processo era mais acessível e possibilitava a obtenção de copias sem maiores problemas.



O tempo e a evolução são inevitáveis e no final de 1870, o processo da chapa úmida ficou obsoleto. No ano seguinte um medico inglês, Richard Leach Moddox apresentou um novo invento, um chapa manipulável, e para manter o brometo de prata em seu devido lugar Richard teve a ideia de usar uma espécie de gelatina. Dois anos depois essa emulsão gelatinosa já era comercializada em grande escala. Em 1877 você podia comprar placa de grande sensibilidade, embalada em caixas e prontas para serem usadas. Com essa descoberta já não era necessário untar as chapas entes da exposição ou revela-las imediatamente.

Esse processo se mostrou bem funcional, contudo ainda haviam algumas atualizações a serem feitas para que a fotografia se tornasse mais eficaz e dinâmica. Os próximos lançados tentaram se idealizar desse pensamento. Os novos dispositivos eram bem rápidos, o suficiente para registros em movimento e para isso as câmeras necessitavam de obturador instantâneo. Essa nova habilidade pedia um tamanho mais compacto e fácil de ser transportada, a demanda foi atendida e logo câmeras de todos os tamanhos e formatos conquistavam o mercado.

Foi pensado na utilização do papel de brometo, essa ideia agilizou as aplicações, agora maquinas compactas, com medidas que variavam desde 12,70 x 10,16 centímetros se tornaram febre na Grã- Bretanha e América do Norte, na Europa contudo era mais preferível uma de 12 x9 centímetros.    

Começavam uma nova geração de maquinas fotográficas cada vez mais leves, rápidas e de fácil manuseio.



Para esse resultado ser alcançado as chapas de vidro tiveram que ser substituídas por películas flexíveis ou filmes recortados e esse avanço acabou por criar outra. Em 1875 surgiu Warnerck, um novo modelo de câmera, maquina dobrável, com filme em rolo, com trilho único.

Se o invento da fotografia como você pode ver foi um conjunto de varias mentes, o reconhecimento por tornar essa pratica acessível ao publico em geral é por muitos, atribuída a George Eastman. Tudo começou em 1877, George na época tinha 23 anos e trabalha como funcionário de um banco em Rochester, NOVA YORK, quando começou a se interessar pela técnica fotográfica. Um dia comprou o equipamento necessário para o processo do colódio úmido e procurou um profissional para ensina-lhe o oficio.



George, no entanto se sentiu insatisfeito, achava todo aquele processo confuso demais, além de dispendioso. Uma solução veio apos de ler um artigo no British Journal of Photograpy, sobre a emulsão de gelatina sensível e George decidiu experimentar.

O experimento foi aprovado, deixando George cada vez mais interessado pelo novo movimento, tanto que em 1980 George já  havia começado a fabricar e vender sua própria produção. Os negócios estavam indo tão bem, que no ano seguinte George deixou o emprego no banco e abriu sua própria companhia fotográfica, que deu o nome de Eastman Dry Plate Company.

Em 1884, William H. Walker, um fabricante de maquinas fotográficas se juntou a sua companhia, a que tudo indica se deram muito bem, e logo essa parceria deu frutos, juntos eles inventaram um acessório, um chassi, que encerrava o rolo de papel montado sobre a base protetora e era suficiente para 24 exposições, e além de poder ser encaixado em qualquer câmera padrão, para fotos em chapa.



Porem George ainda não havia alcançado tudo que queria, seu sonho era lançar um sistema fotográfico, bem simples e resumido, porem de qualidade, onde uma pessoa apenas tirasse uma foto e nada, além disso.

Foram necessários algumas tentativas, algumas com relativo sucesso, antes que George atingisse seu tão sonhado objetivo.

Isso se deu no ano de 1988, quando George apresentou uma pequena câmera, de apenas 9,2x 7,9 x 16,5 centímetros, batizada de Kodak, um nome que veria a ser mundialmente conhecido. A câmera possuía um chassi completo que encerrava um rolo de filme com aproximadamente 6,35 centímetros. A Kodak era capaz de produzir cem exposições circulares. O obturador clinico era armado por um cordão e disparado por meio de um botão, o filme era transportado quando se girava o pino e a maquina tinha apenas um velocidade de 1/25 segundo, com uma abertura e uma objetiva retilínea de foco fixo.



“ Seu uso dispensa estudos preliminares, laboratórios ou produtos químicos “, George fez questão de deixar claro, incluído frases como esta no manual de instruções. Agora definitivamente o fotografo devia apenas bater uma chapa, uma foto. 

A companhia Eastman oferecia serviço complementar de todo o processamento, o dono da câmera só tinha que enviar a mesma para a fabrica e ela voltada completamente carregada com e com cem copias montadas em cartão.

Com o slogan de “ você aperta um botão e nós fazemos o resto”. O preço de uma Kodak era de 25 dólares na América do Norte e 10 guinéus na Grã-Bretanha, o serviço extra girava em torno de 10 dólares e 2 guinéus.  

O sucesso foi estrondoso, o slogan era pronunciado no mundo todo. O autor Watt Brummitt, tenta explica o porquê isso aconteceu, primeiro era fácil de ser memoriada, segundo por ser simplesmente verdade. Nasceu assim a fotografia moderna.

Após o lançamento da Kodak outras invenções começaram a surgir, seguindo o mesmo conceito. No entanto George Eastman estava preocupado, com os altos custos do processamento do filme descartáveis. Um dos químicos de sua companhia, Henry M. Reichenbach tentou melhorar o espesso celuloide, até então disponível sob a forma de filme plano, queria encontrar um material tão flexível quanto o papel e com transparência da mesma intensidade do que o vidro. E foi só em 1889 essa meta foi atingida, e sem delongas começou-se a fabricação de filmes em celuloide transparente tanto para a Kodak tanto para outras maquinas de filmes de rolo.

No ano de 1890 a companhia Eastman já possuía cinco modelos, sendo dois deles dobrados, porem todos se utilização de filmes em rolo. Apesar dos progressos, George Eastman ainda continuava com sua busca para reduzir os custos de produção. Em 1895, foi lançado o filme em cartucho, que solucionou boa parte dos problemas. A Kodak de bolsou começou a ser vendida por 1 guinéu ou  5 dólares, esse modelo bem pequeno, com dimensões de 5,7x 5,7 x 5,7x centímetros, capaz de tirar doze fotografias de 3,80 x 6,35 centímetros. No entanto por volta de 1897 foi lançado outro modelo, que oferecia imagens com dimensões maiores.

Eastman pensando em milhares de pessoas com baixo poder aquisitivo, foi mais longe e sua companhia estava prestes a lançar um novo modelo. Idealizado por Frank A. Brownell em 1900, porem recebeu o nome baseado em um personagem de quadrinhos, do autor Palmer Cox, a Brownie, tento por muito a câmera mais celebre da historia, produzida com um sistema bem mais simples, no tanto com qualidade, nas dimensões de 6x 6 centímetros e com filme de rolo em cartucho e o preço fixo de 5 xelins ou 1 dólar apenas. 


 
 

Agora Sim, Eastman havia conseguido transforma o seu sonho em realidade, colocar a fotografia no alcance de todos.

“ Agora qualquer moleque pode ter uma Brownie” e “ Um instantâneo se tornou tão corriqueiro como uma caixa de fosfora”, disse o fotografo Alvin Lagdon Coburn.

 

 

 Chegamos ao fim da nossa peuqena jordana. Espero muito que tenham gostado e achado interessante. Talvez num outro momento possa fazer uma outra postagem com curiosidades sobre a fotografia, para complementar o nosso assunto de hoje. Quero agradecer a todos que fcaram até aqui, que compartilharam. Se quiser comentar alguma coisa fique avontade, muito obrigada por tudo. E me perdoe por qualquer coisa, por algum equivoco ou algum erro de escrita. Uma otima semana, um otimo mês. Até logo.....

 

 

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